quinta-feira, abril 26, 2012

Lembranças e ecos soltos.

Apaixonado pelo vazio, improdutividade e falta de sorrisos, distante de toda felicidade redundante que outrora o fizera por inteiro... Assim ele se sente. As lembranças dos sorrisos lentos voltaram e transbordam em vontades, e desejos, e falta. Sempre falta do que não volta, JAMAIS.
Faltam-lhe ideias, ideais, esperanças... Sobram-lhe cansaços do "serem" e do "ser", o desconforto do "estar" e "estarem".
Palavras, voltem a sair!
"Será que você sempre vai estar aqui?" Como eco eterno e sincero do que ele queria - e quer - para si. Olha pela janela como quem observa uma vitrine.

"Alguém aí, do outro lado da janela, ou do papel... SORRIA-ME, e traga um novo ser que completará a alma inerte de que desaprendeu a sentir"

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